Uma vez por mês cai uma bomba na minha mão. Uma bomba divertida, isso lá é verdade. Hive Magazine, projeto da Hive Comunicação, publicado em PDF para download no canal de games da BrTurbo.
Não é exatamente como um site, não é exatamente como uma revista impressa. De todo modo requer preocupações de ambos os universos e algumas considerações a mais, como por exemplo não sobrepor textos e imagens muito saturadas pra não borrar em impressoras domésticas, ou não fazer páginas com texto branco sobre fundo escuro e nem abusar demais na mistureba de cores porquê, não sabendo quais as condições em que o usuário vai ler e/ou imprimir a revista, não podemos criar situações desconfortáveis e essas coisas… por outro lado, por ser uma revista eletrônica permite certos recursos de hipertexto, como links para navegar dentro do próprio documento ou para sites e outros documentos citados nos textos e por aí vai.
Enfim, a brincadeira está sendo divertida de todo modo. Até agora foram duas edições em que pude conduzir o projeto gráfico e a diagramação com bastante liberdade e autonomia. O pessoal da Hive também está dando um empenho forte nesse lance e vou, de cá, fazer minha parte para que o projeto siga adiante, prospere e continue inventando mais doideras híbridas. Vai saber o que pode vir por aí…

Por increça que parível, é a primeira vez que faço uma ilustra como trampo final. Em geral, até hoje desenhei apenas para sketch, estudo de peças, lazer ou, no máximo, conceito visual de personagens na época que trabalhava no taikodom (aliás, ainda preciso postar algo sobre esta época aqui), mas que nem chegaram a ser concretizados.
Então, fica aqui o registro histórico da minha primeira ilustra comercial, feita para usar em material de divulgação da EGS Brasil de 2005. Divertido, especialmente considerando que foi quase acidental e meio a toque de caixa a feitura da dita cuja.
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material: referência fotográfica, sketches no papel, scan, Adobe Illustrator (traços), Photoshop (cores e acabamento) e, o mais importante, a velha wacon tablet 10×15 guerrêra…
Recordar é viver. E vale registrar aqui o distante 5 de novembro de 1955, quando o Dr. Emmett Brown concebeu o capacitor de fluxo (que torna a viagem no tempo possível). Entra ano, sai ano e esse filme continua divertido, putamerda. Obrigado Jr. e Thais pelo convite para comemorar a data (re-re-re)reassistindo ao filme.
Acabei de assistir aqui. Lindo de morrer. De verdade. Animação riquíssima, detalhe pracaralho, visual realmente arrebatador. Especialmente considerando a magnitude das coisas, mais o cuidado necessário pra fazer todas as bagulhadas serem mecânicas, com engrenagens, alavancas, motores a vapor e etc. Além de cenários de desenho animado com cara de pintura que, de repente, se mexem, mudam de câmera, giram e explodem. Muito bom. Muito bom mesmo. Esse japonês debulha. Mas não sei se entendi bem a história. Acho que vou precisar ver mais vezes. Ou deve ser tipo o Akira, que o desenho é complicado de entender porque é um recorte minúsculo de uma história gigantesca. Bom, talvez seja, não sei. Vou pro google procurar isso e já volto… :ç)

Sketch feito entre uma coisa ou outra no trabalho. Alguma tarde de Setembro.
Ouvindo aqui agora. Bom pacaraio.
Na verdade eu tinha começado a ouvir umas coisas novas que eu peguei aqui: Taproot, Snapcase, The Dillinger Escape Plan, Pelican, Isis e Red Sparowes. Mas acabei voltando pro Candiria. Não, não são sons parecidos entre si, de todo modo. Mas são coisas com as quais tomei contato há pouco tempo e estou ainda ouvindo e “degustando”.
Published at 02/11/2005
in pessoal.
Madrugada insone. Mais uma pra lista. De todo modo, sempre em busca de um uso produtivo para a falta de sono, resolvi arregaçar as mangas e colocar no ar isto que eu vinha ensaiando mentalmente há algum tempo. Não vou mentir, durante anos fui preconceituoso com blogs. De verdade. Todavia, a gente muda — e é bom que mude — e depois de duas experiências de participar de blogs coletivos acho que posso dizer que me habituei com a idéia.
Acho que um dos motivos que sustentou o meu preconceito talvez tenha sido a idéia errada de agrupar mentalmente blogs na mesma “gaveta” que diários pessoais ou coisa que o valha. Bom, há todo tipo de uso pra este troço. De todo modo acho que consegui entender finalmente a graça da brincadeira. Não só a graça divertida (por assim dizer), mas o barato de se manter um registro vivo e acessível deste tipo.
Quanto a diários e registros pessoais com o que há de mais particular, sincero, visceral e sórdido… bem, estes eu ainda deixo mesmo é pro papel… de medo que informação digital queira demais — e acabe conseguindo — ser “livre”… :ç)
Fala que eu te escuto!