Archive for the 'para assistir' Category

Herbie Hancock Makes Sounds

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Achei isto tão, mas tão legal que merecia até um post de blog.

Ninguém sabe o duro que ele deu

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Tremendo documentário bacana de ser visto. Pena que já está saindo de cartaz. Então quem não viu corre essa semana no Unibanco ali da Augusta ou espera sair em DVD. Mas o importante é dar um jeito de ver esse filme. Para mim, que nasci depois do “exílio” do Simonal, foi bem f&#a perceber o como a história é realmente escrita pelos vencedores. Este filme de um certo modo me deu a mesma sensação de quando li o livro “Corações Sujos” do Fernando Morais, uma sensação de “Como é que eu nunca ouvi falar de uma coisa tão importante dessas, meu Deus!!?!?”. Me senti um ignorante. Conhecia o Simonal apenas de nome e sempre imaginei que ele tivesse se aposentado, sei lá, não sido relegado ao ostracismo dessa maneira. Impressionate.

De tal maneira que vale demais a pena ver este filme para saber um pouco mais dessa figura tão interessante e injustamente esquecida. Para saber na verdade um pouco mais sobre a história da nossa música. Porque ficam as perguntas ecoando na cabeça: ninguém erra? Todos os artistas da época eram heróis revolucionários? Nenhum desses caras idolatrados até hoje nunca fez uma cagada na vida? Todos puros, augustos, santos? — Pouco importa, cazzo! As escolhas e convicções pessoais de uma pessoa não deveriam custar o preço de uma figura tão importante ser excluída desse jeito da cultura popular. O cara era demais! Divertido, muito bom no que fazia, soube ser pop fazendo música boa, tremendo cantor… puta sacagem ter terminado assim, puta sacanagem…

Typographics

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Simples, bem feito e ainda por cima educativo!
Duc@%$lho, acho que vou tentar dar um jeito de mostrar esse lance pros alunos em aula.

via: agenciaginga.com.br

source of all creation: vfs.com

Divulgação: Palestra

O que eu entendo e já vislumbrei sobre os números como linguagem, sobre proporção e sobre o cruzamento entre arte e matemática eu aprendi com o Mestre Tani. Recomendo e estarei lá:

palestra

Gibson Robot Guitar

gibson robotYou need to a flashplayer enabled browser to view this YouTube video

Ok, não me entregaram ainda nem o carro, nem o skate voadores, nem um capacitor de fluxo sequer. MAS, esta guitarra da Gibson é o negócio mais “De Volta Para o Futuro” que eu já vi até hoje. A promessa do produto é impressionante. Muito melhor que qualquer tênis que se amarre sozinho, putz, de longe…

O site: gibson.com/robotguitar

Tekkonkinkreet

tekkonJá vi isto em gibi por aí e, apesar de simpatizar muito, não comprei nem tive a sorte de colocar as mãos numa cópia para ler o dito cujo. Certamente depois de ver este longa metragem estou mais compelido a gastar dinheiro se o vir por aí n’alguma loja.

Mas, bom, delongas à parte achei por bem escrever sobre este filme aqui para animar qualquer eventual leitor acidental a que tenha a coragem de pegar este filme se o vir perdido na prateleira da locadora ou caso algum amigo doido ofereça emprestado. De verdade.

Não sei nada sobre o gibi, mas o filme tem algumas coisas que realmente me chamaram a atenção:

  • A direção de arte é simplesmente fantástica. Bruta, num certo sentido, mas sem ser agressiva o tempo todo. Os caras conseguem transmitir muitas sensações com um traço completamente porrada.
  • A história é de um nonsense completo e despretensioso. Criam um universo realmente insano, mas para tratar de temas muito, muito simples e universais.
  • A cidade é um personagem a parte, sério. Vendo o Making-of então isto fica mais do que evidente. O esmero dos caras em torná-la real é inspirador.

É um desenho esquisito. Esquisitíssimo.
Bom bagarai.

Só pra saber, o site oficial da bagaça: sonypictures.com/homevideo/tekkonkinkreet/

El Método

el metodoE mais uma vez o bom gosto da casa é salvo pela patroa.
Recomendo veementemente a quem quer que esteja lendo que procure este filme. “O que você faria?” (a tradução bizonha em português) é um filme que está na mesma gaveta mental de “The Corporation”, “Surplus” (não vi esse ainda, mas a Sarah comentou), “Jennifer Government”, etc. Retratos em alto-contraste de um certo modo de pensar e agir “corporativo” que vem se modelando na última década.

Entretanto, o barato aqui é que ao invés de martelar mais uma vez na tecla do consumismo, como se a produção e manutenção da empresa/produto fosse algo alheio a nós, ele fala do esforço feito na mão oposta, o esforço de fazer parte do processo e o custo disso. Muito bacana.

Gosto de olhar pra esse filme não pelo viés de “entrevista de emprego”, mas pelo lance de vida em sociedade mesmo, e como esse discurso “sun-tzuesco” mequetrefe na verdade já vazou há muito tempo dos corredores e baias das empresas e hoje invade a vida pessoal, familiar, social de um modo geral. Antes de responder mentalmente “ah, mas eu não trabalho pra essas malditas corporações” ou “ah, eu não como mcdonalds”, melhor realmente fazer uma reflexão sobre esse desespero por aceitação, mérito e “vitória” realmente acontece na vida cotidiana. Seja no escritório da Berrini, ou na micro-empresa de bairro, seja nas salas de reunião de mármore, ou na rodinha de conversa no boteco da esquina…

No IMDB: imdb.com/title/tt0427582/

Make My Logo Bigger Cream

make my logo biggerTremenda coisa de gente desocupada…

Mas tão próximo da realidade que não sei se é pra rir ou pra chorar.

Link: makemylogobiggercream.com

via: lista de discussão WD Design